quinta-feira, 16 de abril de 2026

“Nossa Seleção” – o samba que vai embalar a torcida brasileira na Copa de 2026

Por Chico do Cavaco

Escrete do samba tá no jogo - bora, Brasil!

Esse time bate bola na cadência do samba

Silvana Cruz, Neide Moreno, Irmãos Portis, Henrique de Souza, Marcelo Poeta e Paulinho Kuxixo são os autores do samba “Nossa Seleção”, música composta para embalar os torcedores brasileiros durante os jogos do time canarinho na Copa do Mundo de 2026.

Torcer pela seleção é mania nacional. Para isso, é bom preparar o ambiente com bandeirolas, vestir a camisa, ajustar a vuvuzela e espalhar apetrechos temáticos nas cores verde e amarela. A esse combo, junta-se alegria, cerveja gelada, drinks, petiscos e toda a energia possível. Nesse contexto, não pode faltar aquela musiquinha básica – e nosso escrete mandou bem e criou esse samba maravilhoso: “Nossa Seleção” está na área.

Citação:
O Brasil estreia na Copa do Mundo contra o Marrocos. A partida ocorrerá no dia 13 de junho, às 19h, no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey, região da Costa Leste dos Estados Unidos. A seleção brasileira integra o grupo C da competição. Depois do jogo contra os marroquinos, o Brasil enfrentará o Haiti, no dia 19, e finaliza a participação na primeira fase no dia 26, em partida contra a Escócia.

Fique por dentro:
A seleção canarinho iniciou sua trajetória em Copas a partir de 1930. De lá para cá, nunca ficou de fora da competição. O Brasil é pentacampeão mundial: venceu em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, e detém a maior artilharia, com 237 gols marcados em 114 partidas.

segunda-feira, 2 de março de 2026

José Macário canta "Deus me fez assim": um samba de responsa

Por Chico do Cavaco

Em destaque, o novo trabalho do sambista mineiro

O sambista José Macário está na área com mais uma produção
Clique na imagem para ouvir a música

Com o samba intitulado “Deus me fez assim”, o cantor e compositor juiz-forano, José Macário está de volta à cena musical. A canção estrutura-se numa pegada maneira, características imutáveis na obra do sambista mineiro. Como resultado, conceituando-se numa abordagem reflexiva, José Macário associa a negritude num contexto de lutas e conquistas, onde o amor à cultura, assim como, dom e resistência convergem para um ambiente natural e feliz. A música foi produzida no Estúdio Toque Fácil sob a batuta do Professor Betão, que aliás, também foi o responsável pelo arranjo.

Citação:

José Macário nasceu em Juiz de Fora, Zona da Mata do estado de Minas Gerais. Está ativamente ligado à cena musical da cidade mineira onde é integrante da escola de samba Real Grandeza e Bloco dos Carteiros, e também atua em renomados corais, entre eles, da CESAMA, de São Mateus e os Beneditos.

Destaque:

As redes sociais transformaram profundamente a forma de divulgação musical. Nelas, os cantores e compositores se apresentam para um espectro mais amplo, democratizando o processo em todos os sentidos. Nessa questão, ainda cabem as web rádios espalhadas por todos os cantos e distribuídas por segmentos musicais, que ampliam consideravelmente a comunicabilidade entre os criadores e os adeptos de uma boa música, em nosso caso, especialmente o samba. Saiba mais sobre o assunto:

LEMOS, André. A Música na Era Digital. Salvador: EDUFBA, 2007. (Discute o impacto das tecnologias na produção e divulgação musical.)

CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. (Contextualiza a era digital e suas implicações sociais.)

Portal Samba em Rede (sambaemrede.com.br) – Focado na divulgação do samba e suas novas mídias.

"Samba Digital" (disponível no YouTube) – Aborda a presença do samba nas plataformas digitais.

"A Música na Era das Redes Sociais" (canais como Canaltech ou TEDx Talks) – Discussões sobre o tema.

A Zeno.FM Station - Aqui rola o melhor dos autorais

sábado, 28 de fevereiro de 2026

“Reflexos da Lua”: A natureza em sua plenitude celebrada no samba de Carlinhos Russo, Assis Cabeça e Marcelo Toledo

Marcelo Toledo dá voz e vida à canção

Por Chico do Cavaco

Carlinhos Russo, Marcelo Toledo e Assis Cabeça
Clique na imagem para ouvir o samba

Carlinhos Russo, Assis Cabeça e Marcelo Toledo são os autores do samba “Reflexos da Lua”. A canção evidencia com fidelidade a natureza num retrato falado onde a noite espelha o dia. Um cenário deslumbrante e misterioso, pintado em prosa e verso, onde um belo anoitecer desagua num fulgurante amanhecer, tendo o mar e suas conexões como pano de fundo. A obra expressa a sutileza e a criatividade dos autores, bem como revela o poder mágico da arte de compor. Marcelo Toledo interpreta a canção.

Marcelo Toledo tem o samba na veia. Criado ouvindo Martinho da Vila, Zeca Pagodinho e Almir Guineto, ele se identifica com estilos que vão do partido alto ao samba dolente. Em suas composições, coleciona parcerias com sambistas como Aluísio Machado, Tonho de Rocha Miranda, Assis Cabeça e, mais recentemente, Carlinhos Russo.  

O sambista mineiro Assis Cabeça é parceiro de primeira hora de Marcelo Toledo. Sua obra musical é extensa e marcada pelo fino trato na arte de compor.

Carlinhos Russo iniciou sua trajetória no mundo do samba aos 16 anos, compondo para o Bloco Carnavalesco Unidos do Onix, do bairro de Rocha Miranda, no Rio de Janeiro. Ao longo dos anos, composições notáveis e parcerias profícuas originaram sambas memoráveis.

Em 1989, Carlinhos Russo emplacou três sambas no disco gravado pelo saudoso e renomado sambista Bezerra da Silva: “Se Não Fosse o Samba”, “O Preto e o Branco” e “Safado é Safado Mesmo”, em parceria com outros valorosos compositores. Com Zezinho do Vale, Almir Guineto, Adauto Magalhães e J. Laureano, veio à luz “Dura Missão”, gravada na época por Almir Guineto e posteriormente regravada por Marquinho Sathan e Renato da Rocinha.
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Do Bairro São Benedito para o circuito da folia, Bloco Vai Quem Quer: alegria acima de tudo

Por Chico do Cavaco

Se liga no papo, o *Aedes aegypti* é malvado!

Bloco Vai Quem Que tá na área!

Para o desfile de 2026 no carnaval juizforano, o Bloco Vai Quem Quer levará para o circuito da folia um tema que abordará, com riqueza de detalhes, a prevenção quanto aos males que a dengue pode provocar. O grupo de trabalho, coordenado por Antônio Camilo, o Damula, e Wagner Borges, o Vá, desenvolveu o enredo e estabeleceu as linhas gerais de trabalho com as quais os componentes de apoio se apresentarão durante o desfile.

O samba, composto pelos compositores Betinho Bonsussa, Mário, Pipica, Toninho e Marcinho da Loló, está na boca da galera. A letra está bem conectada com o tema e a música vem numa pegada maneira, fatores importantes para um bom desempenho durante a apresentação no circuito.

A bateria terá o comando do Shell. O mestre conhece como poucos os ajustes e a medida certa para o controle dos batuqueiros, visto que na comunidade há um time especial de componentes para esse quesito. Nesse balanço musical, seguirá os puxadores Mário, Pipica e Chico do Cavaco, com o auxílio luxuoso do músico Fábinho do Cavaco.

A venda dos abadás iniciou-se há cerca de 20 dias e, no momento, há poucas unidades disponíveis para aquisição.

Então, encontro marcado! O Bloco desfila no dia 16/02 (segunda-feira), a partir das 17h, no Circuito Zé Kodac (Parque Halfeld até a Praça da Estação). A concentração inicia-se às 16h.

Agora, é só se preparar, inspirar-se na alegria e cair na folia com a mente e o coração abertos.

História:
O Bloco Vai Quem Quer surgiu há 25 anos por iniciativa de abnegados foliões do Bairro São Benedito. Sua área de abrangência são as comunidades de São Benedito, Bonsucesso, Vila Alpina, Santa Cândida e bairros adjacentes. A conexão do samba com essas comunidades inicia-se a partir da extinta Escola de Samba Castelo de Ouro, que por muitos anos participou dos desfiles do carnaval juizforano.

Citação:
A dengue continua sendo uma preocupação no Brasil em 2026, com projeções de até 1,8 milhão de casos prováveis no país, especialmente nos estados de Minas Gerais e São Paulo.
Em 2025, o Brasil registrou cerca de 1,6 milhão de casos prováveis e 1.761 mortes até dezembro, uma redução significativa em relação a 2024. Porém, o risco persiste devido a fatores climáticos.