No ano de 2026, a Real Grandeza conquistou mais um título no carnaval de Juiz de Fora
terça-feira, 4 de agosto de 2026
sábado, 1 de agosto de 2026
O Dia que Nasce e Morre no Mar - Em Itapoan o dia nasce diferente
Texto de Ivan Da Bahia
O sol espreguiça devagarzinho lá no horizonte e pinta o céu de rosa, laranja e fé
As ondas batem mansinhas na areia, os pescadores já estão com a rede na mão e as gaivotas fazem a primeira oração do dia.
As ondas batem mansinhas na areia, os pescadores já estão com a rede na mão e as gaivotas fazem a primeira oração do dia.
Nascer do sol em Itapoan é Deus dizendo: "ô meu filho, levanta que tem vida nova pra viver". E quando a tarde vai embora, eu sigo pro outro lado... Na Ilha de Maré o pôr do sol é despedida com beijo. O céu vira fogo, o mar vira espelho e o sol mergulha na água bem devagar, como quem não quer ir.
O povo senta no trapiche, o tamborim cala e só se ouve o mar. Pôr do sol em Ilha de Maré é Deus dizendo: "descansa, que amanhã em Itapoan eu nasço de novo pra você".É a Bahia inteira num só dia:
O sol que nasce abençoando e o sol que se põe agradecendo Itapoan me dá o bom dia mais bonito do mundo.
O sol que nasce abençoando e o sol que se põe agradecendo Itapoan me dá o bom dia mais bonito do mundo.
Sol nascendo, mar calmo e o coração em paz.
Ilha de Maré me dá o boa noite mais sagrado.
Sol se pondo, céu em chamas e a alma em gratidão.
Itapoan acorda cedo
Pra ver o sol nascer no mar
Pinta o céu de esperança
Pra gente poder sonhar
E quando a tarde vai embora
Eu corro pra Ilha de Maré
Ver o sol morrer na água
Agradecer a Deus e à fé
É o dia inteiro de beleza
Do nascer até o entardecer
Salvador, meu bem querer
Em Itapoan é recomeço
Em Maré é gratidão
Um sol levanta o povo
O outro acalma o coração
Ilha de Maré me dá o boa noite mais sagrado.
Sol se pondo, céu em chamas e a alma em gratidão.
Itapoan acorda cedo
Pra ver o sol nascer no mar
Pinta o céu de esperança
Pra gente poder sonhar
E quando a tarde vai embora
Eu corro pra Ilha de Maré
Ver o sol morrer na água
Agradecer a Deus e à fé
É o dia inteiro de beleza
Do nascer até o entardecer
Salvador, meu bem querer
Em Itapoan é recomeço
Em Maré é gratidão
Um sol levanta o povo
O outro acalma o coração
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Pagode do Escurinho celebra a força do samba baiano
Por Chico do Cavaco
Jaime Bahia e Melodia Costa lançam samba original com alma de roda
“Pagode do Escurinho” é a mais recente obra dos compositores Jaime Bahia e Melodia Costa. A parceria trouxe para a cena musical um samba original, com a força que só a Bahia tem. Ítalo Costa e Felippe Costa fazem uma interpretação magistral da peça musical, conferindo ao trabalho autoral requintes exclusivos.
A temática musical conferida ao samba exalta, com propriedade, o clima de festa que emana de uma roda de samba, ou seja, contentamento total. Isso se impõe, no batido da palma da mão, quando o samba reflete a magia e traduz a força do gênero musical como poder transformador, impondo-se por meio da irreverência no pulsar forte de sua cadência. Assim, ganha força como arte, tradição e resistência.
A produção musical e fonográfica coube ao cantor, compositor e produtor Jaime Bahia. Kaio Calado, no cavaquinho, banjo e violão; Flávio Patrocínio, na flauta; e Waltis Zacarias, na percussão geral, deram aquele recado maneiro. No coral, marcaram presença Milena Waner, Tati Carvalho e César Fadel. Joselita Bafafé, Kalmon, Zé Luiz da Fita Amarela, Wilmar, Adilson Portela e Jovaci deram o clima de alto astral no estúdio. A técnica de gravação ficou a cargo de César Fadel. A filmagem e a edição estiveram sob a orientação da DDL Produtora.
Jaime Bahia e Melodia Costa lançam samba original com alma de roda
![]() |
| Felippe Costa e Ítalo Costa: show de interpretação |
“Pagode do Escurinho” é a mais recente obra dos compositores Jaime Bahia e Melodia Costa. A parceria trouxe para a cena musical um samba original, com a força que só a Bahia tem. Ítalo Costa e Felippe Costa fazem uma interpretação magistral da peça musical, conferindo ao trabalho autoral requintes exclusivos.
A temática musical conferida ao samba exalta, com propriedade, o clima de festa que emana de uma roda de samba, ou seja, contentamento total. Isso se impõe, no batido da palma da mão, quando o samba reflete a magia e traduz a força do gênero musical como poder transformador, impondo-se por meio da irreverência no pulsar forte de sua cadência. Assim, ganha força como arte, tradição e resistência.
A produção musical e fonográfica coube ao cantor, compositor e produtor Jaime Bahia. Kaio Calado, no cavaquinho, banjo e violão; Flávio Patrocínio, na flauta; e Waltis Zacarias, na percussão geral, deram aquele recado maneiro. No coral, marcaram presença Milena Waner, Tati Carvalho e César Fadel. Joselita Bafafé, Kalmon, Zé Luiz da Fita Amarela, Wilmar, Adilson Portela e Jovaci deram o clima de alto astral no estúdio. A técnica de gravação ficou a cargo de César Fadel. A filmagem e a edição estiveram sob a orientação da DDL Produtora.
domingo, 28 de junho de 2026
Da periferia para o mundo - Da luta à conquista.
Texto da Produção
"Do Gueto à Bonança" é um manifesto de esperança, resistência e transformação.
Assinar:
Postagens (Atom)



